Hepatite

Screen

Profile

Layout

Direction

Menu Style

Cpanel

Warning: Division by zero in /var/www/html/hepatite.org.br/web/administrator/components/com_facileforms/legacyclasses/jgrkmalf.php on line 1178

Escrevo sobre um parente que perdi para a doença


Casos reais

  • PDF
Sou AGENTE DE SAUDE COMUNITARIO,trabalho no municipio de Osasco,e sempre temos encontrado casos de hepatite principalmente a C,encaminhamos para a UBS,para primeiramente passar com o CLíNICO,e depois direto para o INFECTOLOGISTA!!

Patricia Ferreira de Andrade
Osasco - SP 

Ajudando um paciente

  • PDF
Olá meu nome é Vãnia, tenho 29 anos e sou agente de saúde em Ibirité - MG. A mais ou menos 3 meses e tenho uma paciente com nome de Maria Lúcia, ela tem a Hepatite c,não sabe como adquiriu o virús e com tudo isso também tem trombrose e sofre muito esta depressiva ,e atualmente esta enternada no hospital da região,pois estava com um quadro clinico muito sério estava cuspindo muito sangue.Desde quando comecei a visitar dona Maria Lúcia ela estava muito deprimida,chegava na casa dela que também é muito simples,não tem ventilação,e muito pequena e ela morava sozinha....e então ela quase nem levantava da cama.Hoje depois de 3 meses ja encontrei com Maria Lúcia caminhando um pouquinho na rua,,e achei que ouvi-la ate mais um pouquinho do meu horário e dizer a ela que não se entregasse a doença e reagisse foi uma coisa maravilhosa,Mais infelismente hoje esta enternada e agora a filha dela que veio de São Paulo pra ficar com a mãe ,descobriu que também esta com a doença...Enfim na nossa região é muito dificil tratar desse tipo de cas o,a saúde em Ibirité apesar de um novo Hospital é ainda muito carente, por isso estou mandando essa história pois são pessoas que precisam muito deapoio e esclarecimento sobre a doença.



Vânia Fernanda Lima dos Passos 
Ibirité - MG

História de minha mãe

  • PDF
Em 2008 minha mãe inchou muito, pensando ser consequência de diabetes. Ao ser internada no Hopsital Dante Pazzanese, descobriu a hepatite C. Iniciou o tratamento convencional, com injeções na barriga, mas ficava totalmente dopada, sem condições de andar e conversar. Meses depois, passou a se tratar no Hospital de Transplantes, antigo Hospital Brigadeiro. Foram 2 anos de tratamento com remédios orais. Aparentemente a doença estava controlada. No início de 2011, passou a comer frutas e verduras cozidas, pois o fígado não era mais capaz de filtrar as toxinas dos alimentos crus. Em 1 de julho de 2011, dia de seu aniversário de 70 anos, a encefalopatia hepática a atacou, deixando-a muito inchada, com tremores nas mãos, sonolenta e sem saber qual era o dia da semana. Foi internada no mesmo hospital onde se tratava. Teve boa melhora alguns dias depois, mas piorou, e 8 dias após a internação foi transferida para a UTI. Foram 11 dias de UTI, com melhoras e pioras, sedação com coma induzido, mas acabou falecendo, pois o fígado debilitou os rins.
Sofro com saudades de minha mãe, mas o que me chocou foi ver pessoas jovens em estado grave na UTI, por conta de hepatite C ou B. Pessoas de 49, 42 e até 24 anos. Então tive a certeza da desinformação sobre a doença. Eu mesma vou fazer o exame de sangue esta semana, pois uma das hipóteses de contágio da hepatite de minha mãe é uma transfusão de sangue sofrida 2 anos antes do meu nascimento.
Espero que esta história sirva de alerta para muitas pessoas.

Andrea Miele
São Paulo - SP